Cocaia I Luta


Saudações, camaradas. Ficaremos fora do ar por um período, e assim que voltarmos vamos divulgar novamente o blog. Enquanto isso, acessem  o blog da http://redeextremosul.wordpress.com/, onde encontramos textos, vídeos, divulgação de eventos e de notícias de comunidades da nossa região, incluindo o Parque Cocaia I.

Grande abraço a todos e todas.



Escrito por cocaialuta às 18h34
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Escrito por cocaialuta às 08h39
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Neste sábado, a partir das 14h, faremos uma manifestação cultural em frente à escola Carlos Ayres (perto do Terminal Grajaú), para denunciar as injustiças que estão ocorrendo em nossas comunidades e as mentiras dos "governantes". Venha somar nessa luta, porque não é possível viver de cabeça baixa, e porque nossas conquistas só poderão vir da nossa união e da nossa organização.




Escrito por cocaialuta às 14h12
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Escrito por cocaialuta às 15h15
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Escrito por cocaialuta às 08h15
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Escrito por cocaialuta às 13h43
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Escrito por cocaialuta às 13h30
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Por uma Cultura de Resistência e de Luta!!!

 

             Publicamos aqui o clipe de “Menino Anfíbio”, música do camarada Alan Zas, do Razallfaya, inspirada nos protestos que os moradores do Jd. Lucélia/V.Nascente realizaram no início deste ano. Um hino à luta do Povo da Periferia!

 

 



Escrito por cocaialuta às 09h57
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No Tangará e no Monte Verde, a EMAE mais uma vez aterroriza famílias com notificações de despejo.

Isso vai ter que acabar!!!!

 


 



Escrito por cocaialuta às 09h39
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Finalmente saíram os contratos e os cheques das famílias da Vila Brejinho!

 

                         Desde o início de dezembro com casas inundadas e em risco, e depois de muita luta, as famílias da Vila Brejinho assinaram esta semana um contrato que lhes garante um auxílio-aluguel até que lhes seja entregue uma alternativa habitacional definitiva. Apesar de estar longe do ideal, essa proposta da prefeitura foi aceita devido à situação emergencial que as famílias se encontravam há tanto tempo, e agora vamos continuar lutando para que essa solução seja dada aos demais moradores do Pq Cocaia I que também estão em risco.

                          O que acaba de ocorrer na Vila Brejinho nos ensina muitas coisas importantes: primeiro, que só com luta e organização da própria comunidade é que é possível conquistar nossas reivindicações, porque antes da comunidade se mexer a única coisa que os moradores encontraram foram notificações de despejo, ameaças e portas fechadas. Outra lição é que é mentira que moradores que estão em áreas supostamente privadas não têm direito a nada ou que a Prefeitura não pode fazer nada por eles (a não ser despejar), pois o terreno da Vila Brejinho, segundo os juízes, pertence à EMAE, uma empresa privada. Por último, essa luta mostra a importância e a possibilidade de que tudo o que seja discutido ou prometido pela prefeitura seja colocado no papel, na forma de um contrato assinado pela prefeitura e por cada morador, que tem o direito a uma cópia. Só depois de pronto esse contrato é que os moradores devem assinar o que quer que seja, pois esse documento é a garantia de que amanhã ou depois a conversa não vai mudar.

 

 



Escrito por cocaialuta às 11h40
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Escrito por cocaialuta às 18h37
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Ontem parecíamos um, hoje somos uns poucos, amanhã...

Pelo Direito à Dignidade para o Povo que vive em Áreas de Mananciais e arredores, no Extremo Sul de São Paulo

 

Estamos vivendo uma situação de verdadeira calamidade! Devido ao descaso do “poder público” e à ambição das elites dessa cidade, em nossas comunidades (Pq. Cocaia I/Jd. Toca, Jd. Lucélia/V. Nascente, Recanto Cocaia/Jd. Tangará, Jd. Prainha, entre outras), localizadas no extremo sul de São Paulo, ocorrem diariamente tragédias: enchentes, deslizamentos de terra e desabamento de casas. As perdas são incalculáveis; são muitas pessoas perdendo móveis, eletrodomésticos, alimentos, roupas, perdendo seus empregos, já que não é possível sair para o trabalho sabendo que qualquer chuva pode causar uma desgraça em nossa casa. São muitas as crianças doentes, infectadas por uma água imunda, pegando sarna, leptospirose, e várias outras enfermidades. Estamos todos traumatizados pelo desespero de vermos nossa vida e a vida de nossos familiares em risco, a cada chuva. Uma situação que não é possível traduzir em palavras...

E isso tudo numa região muito carente de infra-estrutura e serviços públicos. Em várias comunidades, como é o caso do Jd. Prainha e do Recanto Cocaia, por exemplo, padecemos com a falta de asfaltamento, de saneamento básico, de atendimento médico, de creches, de escolas próximas, e por aí vai.

Como se isso não bastasse, dezenas de comunidades que se localizam próximas à Represa Billings estão sendo despejadas, e outras tantas estão sob ameaça de despejo, por conta do “Programa Mananciais”, da “Operação Defesa das Águas” e de outros processos que visam atender aos interesses da especulação imobiliária. Todos sabemos que a região dos mananciais abrange uma área enorme, que inclui o Autódromo de Interlagos, regiões habitadas por ricos, grandes casas noturnas, que, é óbvio, permanecerão intocadas. As áreas ameaçadas são apenas a de comunidades pobres, compostas por milhares e milhares de trabalhadores e trabalhadoras, que não tiveram opção, a não ser comprar seu pedaço de chão em loteamentos precários, resultado de uma articulação entre grandes proprietários, políticos, burocratas, imobiliárias e membros do aparelho judiciário. Esta história não se vê nas telas da TV, que mostram apenas uma versão distorcida e mentirosa da nossa realidade, alimentando preconceitos dos quais somos vítimas no dia-a-dia, repetidos por nossos patrões que muitas vezes nem imaginam que o funcionário ali ao seu lado vive naquela comunidade atingida pelas enchentes, ou ameaçada de despejo.

A necessidade de preservação do meio ambiente – com o que estamos de pleno acordo – pode e deve ser feita respeitando os direitos da população pobre. Portanto, nós, moradores de comunidades carentes, ameaçadas de despejo e vítimas das enchentes, exigimos do poder público a garantia de nosso direito à moradia digna e aos serviços públicos fundamentais.

Quando muito, diante da nossa atual tragédia, a resposta do Estado tem sido os albergues, as passagens para o “Norte”, os cheques-despejos (cada hora num valor, mas sempre muito baixos) disfarçados de “auxílio-aluguel”. Ao contrário, exigimos a construção de um projeto participativo e popular de reurbanização de nossas comunidades que una a preservação ambiental à garantia de moradia e de outros direitos sociais assegurados a nós, pelo menos na teoria, pela Constituição. E, de imediato, exigimos uma SOLUÇÃO EMERGENCIAL às tantas famílias que têm perdido tudo o que construíram com tanto esforço, e cuja própria vida está ameaçada, em função da segregação social, da falta de planejamento urbano, e da ganância dos que se dizem “poderosos”.

            Apelamos à solidariedade de todos os que apóiam a luta do povo da periferia. Porém, aproveitamos para lembrar que temos convicção sobre os nossos objetivos, que não estamos pedindo favor, mas lutando pelo que é direito nosso, e que não cairemos no canto da sereia de oportunistas que quiserem tirar proveito de nossa tragédia. Alertamos também que a maneira como os políticos e o “poder público”, em todos os níveis de governo, se posicionarem frente à nossa situação será lembrada – e cobrada - pela via eleitoral, e principalmente por meio de nossa organização cotidiana.

 

São Paulo, fevereiro de 2010

 

 

Rede de Comunidades do Extremo Sul da Cidade de São Paulo

 http://redeextremosul.wordpress.com/

 



Escrito por cocaialuta às 11h40
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Situação crítica no Jd. Prainha

No Jd. Prainha, onde existem sérias carências de infra-estrutura, casas estão desabando e outras correndo o risco de desabamento. A resposta do "poder público", dez dias depois das denúncias, se deu por meio da Defesa Civil, que sem entrar nelas, interditou parcialmente algumas casas. Fora isso, falam que não podem fazer absolutamente nada. É claro que não aceitaremos esse tipo de resposta!!!

Jd. Prainha from cocaialuta on Vimeo.



Escrito por cocaialuta às 06h51
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Periferia Luta from cocaialuta on Vimeo.



Escrito por cocaialuta às 07h37
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Mesmo esse tipo de imprensa está dizendo:



Escrito por cocaialuta às 08h38
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